Trabalhar seis dias seguidos e ter apenas um para descansar não é qualidade de vida, é desgaste contínuo. Essa rotina limita o tempo para estudar, cuidar da saúde, estar com a família e viver com dignidade.
Defendemos uma jornada mais justa, que respeite o trabalhador como ser humano, não apenas como força de produção. É preciso avançar para modelos de trabalho que priorizem bem-estar, produtividade sustentável e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Por isso, é fundamental pressionar o Congresso e cobrar mudanças reais na legislação trabalhista. O descanso não pode ser tratado como privilégio, ele é essencial.
Mais tempo para viver, menos tempo sobrevivendo ao trabalho.
Fim da escala 6×1 já!




